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SAIU NA IMPRENSA: POLUIÇÃO LEVA À PERDA DE 48,3% DA ÁGUA QUE CHEGA AO GUANDU

10/11/2014

Imagem aérea do Rio GuanduA forte seca que vem abalando o Sudeste do Brasil tem ganhado as manchetes dos jornais. Dentro desse contexto, a conservação dos recursos hídricos mais espaço na mídia para ser discutida por especialistas e a sociedade.

Governo, empresas e sociedade precisam fazer suas partes. Se à população cabe evitar diariamente o desperdício de água nas torneiras e chuveiros, às empresas compete evitar o despejo de detritos em rios e lagos. O governo, por sua vez, deve investir em tecnologias para que os serviços de saneamento desperdicem pouca água e os mananciais não sejam poluídos por despejos de esgoto sem tratamento. No entanto, o governo tem falhado nesse objetivo.

Se algumas iniciativas importantes para melhorar o serviço de saneamento no estado tem sido tomadas, como as obras de saneamento no entorno da Baía de Guanabara, ainda falta muito a ser desenvolvido (leia aqui artigo no qual tratamos desse assunto).  Além de investimentos na estruturação do corpo funcional da CEDAE, com a realização de concurso público para renovar o quadro da empresa e o pagamento de dívidas trabalhistas, cobramos que mais investimentos em obras sejam realizados. Com a crise de água que a seca anuncia, só com uma gestão responsável será possível manter a distribuição de água suficiente para atender a população e as demandas da indústria.

Parte dessa gestão responsável seria a execução de obras atrasadas, como cita matéria na edição desta segunda-feira (dia 10) do jornal O GLOBO. O jornal traz números lamentáveis: dos 110 m³ de água por segundo que chegam à barragem de Santa Cecília, a principal do Sistema Guandu, a CEDAE distribui apenas 51,7% para abastecer residências e indústrias. Outros 48,3 % não são utilizados devido à contaminação por esgoto.

Esse absurdo desperdício poderia ser evitado caso uma obra engavetada há mais de 20 anos saísse do papel: a construção de dutos subterrâneos que carreguem as águas dos rios Poços, Queimados, Cabuçu e Ipiranga – os “vilões da poluição” do Rio Guandu – para um ponto abaixo da captação da CEDAE. Esses rios trazem poluentes da Baixada Fluminense que, além de provocarem o desperdício, tornam ainda mais custoso o tratamento.

 

Leia a matéria completa no link: http://oglobo.globo.com/rio/poluicao-leva-perda-de-483-da-agua-que-chega-ao-guandu-14516500

 

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